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MINHA TRAJETÓRIA DE ESTUDOS

ACREDITAR E CONTINUAR, SEMPRE

MINHA TRAJETÓRIA DE ESTUDOS: ACREDITAR E CONTINUAR, SEMPRE

Olá, amigos da coluna “Fala, concurseiro”. Escrevo-lhe com imensa honra de estar atendendo a um convite do amigo e estimado professor e magistrado em meu estado, Maurício Cunha. Trago a seguir minha trajetória nos concursos públicos. Espero que o relato possa ser útil. Convido-os, ademais, caso se interessem em conhecer-me melhor e eventualmente conversar comigo, a seguir-me no instagram, no perfil @andersonrpaiva, no qual, aliás, também trago discussão sobre temas jurídicas, ideias de estudo para concursos e outros temas correlatos. Vamos ao texto.

Inicio dizendo que já quis ser muitas coisas na vida. Fui algumas. Mas também não consegui ser várias. Às vezes alguém nos admira pelos sucessos, mas desconhece os insucessos que já experimentamos ao longo de nossa existência. É como diz aquela música: “Você não sabe quanto eu caminhei pra chegar até aqui. Percorri milhas e milhas antes de dormir (…)” O bom é que os insucessos também ensinam. A mim ensinaram e seguem ensinando. Graças a Deus!

Éramos muito simples, tínhamos muito pouco. Minha mãe era costureira; meu pai, mecânico. Este foi para o EUA trabalhar, a fim de melhorar de vida. Teve algum sucesso financeiro por lá. O filho “gostava de estudar” (era o que diziam de mim), queria ser médico. Ia-se tentar realizar a aspiração do rapaz. Fiz cursinhos, e o vestibular da UFMG, o da UFES, o da UFU (Universidade Federal de Uberlândia, pra quem não conhece). Fiquei como excedente na UFES. Quase entrei. Faria mais um ano de cursinho e estaria dentro – era o que eu tinha em mente. Enganei-me. Meus pais se separaram e meu genitor se afastou da família completamente. A vida financeira despencou. Eu havia feito um excelente e caro cursinho fora de minha cidade. Agora, estava de volta e passávamos graves necessidades em casa, para dizer o mínimo..

Evito detalhes para não estender-me tanto, mas foi quando, inviabilizado o sonho da Medicina, surgiu a possibilidade de estudar gratuitamente, em uma faculdade particular, em minha cidade. Um tio conseguira contato com a dona da faculdade, pedira uma bolsa para um sobrinho. Foi-lhe dito que “mandasse o garoto fazer o vestibular e, se ele fosse bem, o caso seria pensado”. Passei em 2° lugar no vestibular e fui matricular-me. À época, não tínhamos o dinheiro da matrícula, excluída que estava a gratuidade desta. Ajudou-nos um empréstimo.

Direito: era o último curso que eu queria na vida. Mas “era esse ou nenhum” – ainda posso recordar a fala de minha mãe a respeito. Passei anos muito desanimado, mas consegui gostar do curso, e comecei a fazer concursos. Passei para atendente da Empresa de Correios e Telégrafos e para escrivão da Polícia Civil de MG. Fui técnico do Ministério Público do mesmo Estado. Ao graduar-me, passei para analista do MPMG. Foi quando perdi minha mãe, que lamentavelmente me viu aprovado, mas não, empossado. À época, eu praticamente perdi minha referência de vida. Todos os meus sonhos transitavam em torno daquela pessoa. Tempos depois, tornei-me analista do TRE/MG; após, analista do TRF1, execução de mandados, e, por fim, procurador da fazenda nacional. Havendo sido aprovado em outros concursos que venceram sem terem a validade renovada ou cujos cargos acabei optando por não exercer, como procurador em PGM e analistas do TJMG e TRF2.

Eu já tinha passado a maioria dos anos da minha vida querendo ser membro do Ministério Público, desde quando me tornei técnico do MPMG. Queria ser do MP estadual, porque era o que eu conhecia. E tentei muitos concursos para MP estadual: MPMG (várias vezes), MPBA (1x), MPGO (1x), MPPB (1x), MPDFT (3x). Sempre, desde a primeira vez, passava, e bem, na 1a etapa, mas ficava na 2a, por muitos poucos pontos. Era sempre do mesmo jeito, ferro em cima ferro. Cheguei a um ponto em que eu já sabia qual seria o resultado: reprovação, por alguns míseros pontos, na 2a etapa. Uma vez, não passei para a discursiva do MP de Goiás por 0,05 ponto. Veja que não estou falando de 0,5, de meio ponto. Pensei que era algum erro do sistema que somava as notas. Recorri e não ganhei. Até pouco tempo atrás, eu contava isso para os outros e sempre diziam: “ah, não passou por causa de meio ponto, né?” Vi que não estavam acreditando em mim. É que é inacreditável mesmo. Logo, parei de comentar até com parentes. Seria tido por mentiroso. Esse ciclo maldito só se quebrou quando fui aprovado para a fase oral da prova de procurador da fazenda nacional. Uma sensação indescritível! Como se eu houvesse, sozinho, derrubado a Grande Muralha da China.

Era o ano de 2013, à época do 27° concurso para procurador da república. Pensei no MPF porque acabara de ser aprovado num concurso federal e não ia voltar a estudar ECA, Sucessões e outros temas comuns em concursos estaduais. Inscrevi-me e fiz a prova com base apenas no que sabia e havia estudado para o certame anterior. E, como todo o mundo pode imaginar, isso quer dizer o seguinte: não me aprofundei em nada daquilo que é tão comum no MPF – os temas exclusivos, aqueles que só caem no MPF e mais em nenhum outro processo seletivo do planeta. Tampouco conhecia enunciado algum de CCR alguma sobre coisa alguma e, acredite quem quiser, eu jamais ouvira falar do lindo, do maravilhoso, do incrível, do abençoado “Santo Graal”. Mas, por razões que só posso atribuir a Deus, fui aprovado na 1a fase, sem a necessidade de qualquer anulação de questão. Na 2a fase, não passei. Aprovei-me em dois grupos, fiquei perto em outro e, num último, não fui tão bem. Achei o resultado um milagre! Mal podia entender o que meu nome fazia naquela lista de aprovados na 1a prova. Então, convencido de que “alguma coisa eu deveria saber”, decidi que queria ser procurador da república, e iria estudar pra isso. Veio o 28°. Estudei muito: sábados, domingos, feriados, noites, madrugadas; lia jurisprudência, doutrina, lei seca; ouvia áudios de estudo no carro, em vez de músicas; fiz cursos para a 1a e  2a etapas, li o “Graal” várias vezes. Não passei… nem na 1a fase. Já sabia, antes do resultado, que não passaria, mas, quando ele saiu, lembro de haver chegado em casa – eu havia passado o dia inteiro no trabalho com aquela dor angustiando-me –, entrado no quarto e chorado, mas chorado de soluçar, com todas as minhas forças. A regra é que toda reprovação dói, quem estuda sabe. Mas essa doeu diferente. Já andava feito um zumbi pelo mundo: sempre cansado, dormindo pouco, bocejando e cochilando pelos cantos, sem diversão e vida social. E pra quê? Pra “regredir”, era minha resposta. Nem anulações de questões poderiam reverter minha situação. Para tão medíocre resultado, após ter ido tão bem numa primeira vez, melhor não houvesse estudado nada e aproveitado a vida que deixara passar. Quando veio o 29°, eu já era PFN na minha cidade, ao lado da família e pleno em qualidade de vida. Havia deixado os estudos intensos de Direito. Não faria mais concursos, era a intenção. E a abertura do edital foi xingada por mim. Eu não queria mais fazer, mas não mais conseguia não fazer. Decidi que faria. Na prova objetiva, tive a impressão de que tinha ido bem. E descobri depois que havia passado, segundo os gabaritos extraoficiais da internet. Não deu tempo de comprovar: uma liminar suspendeu o concurso, antes da divulgação do gabarito oficial. Daí se seguiu um mar de boatos e toda sorte de “notícias quentes”, nunca confirmadas. Com mais de um ano de suspensão do 29°, eu muito raramente estudava e me ocupava mesmo mais com matérias do meu trabalho. Participei da elaboração de uma obra de autoria coletiva, sobre processo civil, lançado por importante editora nacional; publiquei um artigo em prestigiada revista de processo civil, que foi citado e recomendado por festejado processualista pátrio em uma de suas obras – eu estava curtindo essas coisas. Havia esquecido o concurso. Quando o resultado saiu, um amigo me avisou: – Você passou no concurso. – Não tô fazendo nada, como posso ter sido aprovado em algo coisa? – A prova do MPF. Deram resultado, cronograma, tudo… seu nome tá lá.

O concurso, outrora a passos de jabuti, agora queria ser lebre: prova subjetiva logo após o resultado da objetiva e oral logo depois do resultado da discursiva. A oral coincidiria com uma viagem minha. Tinha marcado férias na PGFN. E que férias: ia à Europa; depois, em cruzeiro, da Europa aos EUA. Havia planejado isso há cerca de um ano. Quase tudo pago, um cancelamento não geraria restituição do valor adimplido. Encontraria parentes, nos EUA, de férias por causa da minha ida. Impensável não ir. Mas isso não era problema. Afinal, eu não ia passar! Não tinha como: era muito pouco tempo pra estudar – era minha certeza. Estudei basicamente “o que mais tende a cair na 2a fase”, por resumos que eu tinha e pelo “Santo Graal”. Foi o que deu para fazer. E deu certo: passei. Ver meu nome na lista de aprovados para a prova oral do MPF foi derrubar sozinho de novo a Grande Muralha. Mas ainda faltava a prova oral… e a viagem.

Eu voltaria ao Brasil no dia 25/11, primeiro dia da prova oral e, como meu nome começa com a letra A, deveria fazer prova nesse dia. Solicitei, e consegui, alteração do dia de prova. Mudei a data da passagem: embarcaria dia 24, chegaria dia 25, à noite, e faria prova dia 26. Era pra ser a viagem mais incrível da minha vida. Acho que foi. Mas foi incrível muito menos pelos interessantes lugares aonde fui do que pelas coisas estranhas que fiz para estudar. Acordava de madrugada para estudar e compensar o tempo utilizado nos passeios que não tive como cancelar (Louvre e Torre Eiffel, por exemplo). Todos os meus livros, resumos, apostilas, tudo, estavam no meu celular e num tablet. Ouvia textos por aplicativos que liam em voz alta meus resumos. Fiz um cruzeiro de 12 dias. Estudei todos esses dias no último deck do navio, que me parecia ser a área mais sossegada da embarcação, onde ficava o spa. Nos EUA, passei 95% do meu o tempo sozinho, no hotel ou na casa de parentes, enquanto estes iam a praias e shoppings de Miami, Orlando e arredores. Era muito difícil manter o foco. Eu procurava pensar que poderia voltar no ano seguinte. Acordava cedo e dormia muito tarde. Nas últimas semanas de estudo antes da prova oral, já me sentia um zumbi. Passava o dia tomando café expresso e energético. E me angustiava a ideia de que não estava fazendo cursos preparatórios para a prova oral, enquanto eu sabia que todos os candidatos estavam fazendo.

O dia da prova oral foi pesado: cheguei à PGR pela manhã e saí à noite, exausto. 10 examinadores em 10 mesas distintas, para arguições sobre 14 disciplinas (alguns cumulavam matérias). E eu sozinho contra aquilo tudo. Estava nervoso, mas mais ainda cansado e um pouco (ou muito) feliz, porque, qualquer que fosse o resultado, aquilo, enfim, ia acabar. E eu fui aprovado. Assim, com a aprovação, após muitos anos, acordei numa manhã, olhei para um lado, para outro, e cheguei à estranhíssima conclusão de que naquele dia não teria que estudar. Passei o dia conversando, vendo TV, sem culpar-me por estar perdendo tempo de estudo, ainda que olhasse às vezes para o celular ou tablet querendo abrir um arquivo de Direito.

E agora sou procurador da república e estou exatamente onde gostaria de estar.

Sobre como estudar ou quantas horas estudar, na minha humilde opinião, não há  fórmulas mágicas. O que fiz e narrei aqui valeu pra mim. É apenas de uma experiência que compartilho. Você deve ir descobrindo sua melhor maneira de estudar e reter mais. E igualmente a melhor maneira de manter-se animado. Porque só Deus mesmo e muita energia para levantar a pessoa após certas reprovações. Digo “ir descobrindo” porque é um processo contínuo. Observe-se, tente aprender com os fracassos e evite repetir o que já se mostrou ineficaz. E, claro, um profissional pode ajudar, orientar, direcionar nesse sentido. E manter-se estimulado também é relevantíssimo. Tenho dito que continuará sendo possível, enquanto você acreditar. Se acredita, continua estudando e, se continua estudando, cada dia que nasce o colocará mais próximo do objetivo. Que Deus abençoe e ilumine a todos!

Autor

  • Procurador da República.
    Ex-Procurador da Fazenda Nacional. Ex- analista do MPMG, do TRE/MG e do TRF1.
    Especialista em Direito Processual Civil e Direto Administrativo pela Universidade Cândido Mendes.

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